Aneurisma da artéria esplênica: o aneurisma visceral mais comum e seu tratamento endovascular
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No Hospital Certa, referência em radiologia intervencionista, tratamos o aneurisma da artéria esplênica por via endovascular — com embolização ou endoprótese, sem grandes cirurgias e, na maioria das vezes, preservando o baço.
A artéria esplênica leva sangue ao baço. O aneurisma desse vaso é o aneurisma visceral mais comum (entre os que acometem as artérias dos órgãos abdominais). Costuma ser assintomático e descoberto por acaso em exames de imagem. Embora a maioria não cause problemas, há situações em que o tratamento é importante — e a via endovascular é, em geral, a primeira opção. Este texto faz parte da nossa série sobre aneurismas.
É mais frequente em mulheres, e fatores como múltiplas gestações, hipertensão portal (aumento de pressão na circulação do fígado) e alterações da parede arterial estão associados. A maior parte é silenciosa; quando há sintomas, pode ocorrer dor no abdome superior esquerdo.
De modo geral, indica-se tratamento para aneurismas assintomáticos acima de cerca de 2 a 3 cm, além de pseudoaneurismas, aneurismas sintomáticos ou em crescimento. Como destacado, gestantes e mulheres em idade fértil merecem avaliação especial, com limiar menor para tratar. Aneurismas pequenos e estáveis em pessoas sem fatores de risco costumam apenas ser acompanhados.
Por uma pequena punção (virilha ou punho), o radiologista intervencionista navega com cateteres até a artéria esplênica, guiado por imagem. As duas estratégias principais são:
Na maioria das vezes, não. A embolização da artéria esplênica costuma ser bem tolerada porque o baço mantém irrigação por circulação colateral; e a endoprótese, quando possível, preserva o fluxo da artéria.
Não. Muitos aneurismas pequenos e estáveis são apenas acompanhados. O tratamento é indicado conforme o tamanho, os sintomas, o crescimento e o perfil do paciente — com atenção especial a gestantes e mulheres em idade fértil.
Porque a ruptura na gestação, embora rara, é muito grave para mãe e bebê. Por isso considera-se tratar independentemente do tamanho nesse contexto e avaliar antes de uma gravidez planejada.
Os procedimentos endovasculares utilizam imagem por raios X. Na gestação, quando o tratamento é necessário, há cuidados específicos e, em geral, prefere-se realizá-lo após a 25ª semana, sempre individualizando riscos e benefícios.
Por ser minimamente invasivo, costuma exigir internação curta e permitir retorno rápido às atividades, conforme orientação médica.
Entre em contato pelo site www.hospitalcerta.com.br ou pelo WhatsApp (11) 96625-5970. Nossa equipe agenda a consulta com o especialista e orienta sobre todos os exames necessários.
O conteúdo desta página foi elaborado pelo Prof. Dr. Denis Szejnfeld, doutor pela Unifesp, onde é professor afiliado e coordenador do setor de Radiologia Intervencionista Vascular. Ex-presidente da SOBRICE (biênio 2023–2024), é portador de três títulos de especialista: Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SOBRICE) e Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Suas publicações científicas, incluindo artigos na revista europeia CVIR, estão disponíveis no Google Scholar e no Lattes. O Hospital Certa tem avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ no Google, baseada na experiência de nossos pacientes.
Aneurisma da artéria esplênica: o aneurisma visceral mais comum e seu tratamento endovascular
