Aneurisma das artérias mesentéricas: por que tratar mesmo quando é pequeno
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No Hospital Certa, referência em radiologia intervencionista, tratamos os aneurismas das artérias mesentéricas por via endovascular — com embolização e endoprótese —, buscando preservar a irrigação do intestino sem grandes cirurgias.
As artérias mesentéricas (como a artéria mesentérica superior e o tronco celíaco e seus ramos) são responsáveis por irrigar o intestino e outros órgãos abdominais. Os aneurismas nesse território são raros, porém perigosos: quando rompem, a mortalidade é elevada. Por isso, têm uma característica importante — costumam ser tratados de forma mais agressiva do que outros aneurismas. Este texto faz parte da nossa série e foca no tratamento endovascular.
Diferentemente de aneurismas de outros territórios, em que se aguarda um certo diâmetro, os aneurismas da artéria mesentérica superior costumam ser tratados independentemente do tamanho, segundo as diretrizes vasculares, dado o alto risco de complicações. As causas incluem alterações degenerativas, infecção (aneurismas micóticos), dissecção e doenças da parede arterial. A ruptura pode se manifestar como dor abdominal intensa e súbita.
Muitos são achados por acaso em uma angiotomografia ou angiorressonância feita por outro motivo. Esses exames definem o tamanho, a localização e os ramos envolvidos, informações essenciais para planejar o tratamento. A arteriografia é realizada no momento do procedimento.
Por uma punção arterial, o radiologista intervencionista alcança a artéria mesentérica, guiado por imagem. A estratégia depende da localização do aneurisma e da necessidade de preservar o fluxo para o intestino:
Porque a ruptura nesse território tem alta mortalidade. Por isso, as diretrizes recomendam tratar a artéria mesentérica superior independentemente do tamanho, e dar atenção especial a pseudoaneurismas e aneurismas infecciosos.
O objetivo é justamente excluir o aneurisma preservando a irrigação do intestino. A técnica (endoprótese ou embolização) é escolhida conforme a anatomia e a presença de circulação colateral.
O tratamento endovascular tem alta taxa de sucesso técnico em centros experientes e é, em geral, menos agressivo que a cirurgia aberta. Como todo procedimento, tem riscos avaliados caso a caso.
Principalmente a angiotomografia e a angiorressonância, que mostram tamanho, localização e ramos envolvidos. A arteriografia é feita durante o tratamento.
Por ser minimamente invasivo, costuma exigir internação curta e permitir retorno mais rápido às atividades do que a cirurgia aberta.
Entre em contato pelo site www.hospitalcerta.com.br ou pelo WhatsApp (11) 96625-5970. Nossa equipe agenda a consulta com o especialista e orienta sobre todos os exames necessários.
O conteúdo desta página foi elaborado pelo Prof. Dr. Denis Szejnfeld, doutor pela Unifesp, onde é professor afiliado e coordenador do setor de Radiologia Intervencionista Vascular. Ex-presidente da SOBRICE (biênio 2023–2024), é portador de três títulos de especialista: Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SOBRICE) e Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Suas publicações científicas, incluindo artigos na revista europeia CVIR, estão disponíveis no Google Scholar e no Lattes. O Hospital Certa tem avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ no Google, baseada na experiência de nossos pacientes.
Aneurisma das artérias mesentéricas: por que tratar mesmo quando é pequeno
